Aquilo que está a acontecer agora no mundo é desumano, e mostra até onde o ser humano pode chegar só para ter poder. Foi uma notícia inesperada, que nos deixou a todos em choque.
Jovens com mais de metade da sua vida ainda pela frente, pais que são separados das suas famílias, todos estes homens são forçados a ir para a guerra e deixar tudo para trás.
Mulheres e crianças não sabem para onde ir, no desespero de fugir e encontrar um sitio para se abrigar, sem nada para se alimentar, sem roupas quentes para se aquecer.
Espero que isto acabe o mais depressa possível, e todos os ucranianos possam voltar a ter a sua liberdade merecida.
Raquel Jorge, 8.ºA
Eu como adolescente a viver no continente europeu, num país pacífico e neste “mundo” tão desenvolvido, tenho a sorte de conseguir e poder sonhar com um futuro feliz e bem sucedido. Mas assim como eu, muitos jovens ucranianos sonhavam e trabalhavam para os seus futuros e carreiras, mas hoje nada mais passa na cabeça dessas mesmas pessoas sem ser a necessidade de fugir e sobreviver, levando consigo tudo o que amam contra o próprio dizer. O que se passa neste momento no mundo é inconcebível, especialmente quando se trata num continente como este, que passou por guerras no todo da sua história e que mesmo estando unido, existe sempre aquele que tenta separar. O continente que milhões sonham em visitar, estudar e viver está agora ligado às mortes, aos refugiados e às manifestações pelo mínimo de liberdade. É de partir o coração! Hoje em dia, somos capazes de comparar as vidas das pessoas da Ucrânia com as vidas de vítimas das guerras mundiais, que tanto sofreram só para tudo se repetir à luz do dia e escuridão da noite. Apelo assim que todos tomem a posição correta e ajudem os jovens ucranianos, até mesmo aqueles que estão agora a lutar de arma e colete, a alcançar os seus futuros e vidas merecidas, longe do sofrimento e medo de nunca mais voltarem a casa. Eu, como adolescente, a viver no continente europeu, num país pacífico e neste “mundo” tão desenvolvido, tenho a sorte de conseguir e poder sonhar com um futuro feliz e bem sucedido. Mas assim como eu, muitos jovens ucranianos sonhavam e trabalhavam para os seus futuros e carreiras, mas hoje nada mais passa na cabeça dessas mesmas pessoas sem ser a necessidade de fugir e sobreviver, levando consigo tudo o que amam contra o próprio dizer. O que se passa neste momento no mundo é inconcebível, especialmente quando se trata num continente como este, que passou por guerras no todo da sua história e que mesmo estando unido, existe sempre aquele que tenta separar. O continente que milhões sonham em visitar, estudar e viver é agora ligado às mortes, aos refugiados e às manifestações pelo mínimo de liberdade. É de partir o coração que somos hoje em dia capazes de comparar as vidas das pessoas da Ucrânia com as vidas de vítimas das guerras mundiais, que tanto sofreram só para tudo se repetir à luz do dia e escuridão da noite. Apelo assim que todos tomem a posição correta e ajudem os jovens ucranianos, até mesmo aqueles que estão agora a lutar de arma e colete, a alcançar os seus futuros e vidas merecidas, longe do sofrimento e medo de nunca mais voltarem a casa.
Bárbara Clemente, 8.ºB